top of page

Quanto custa executar uma sentença judicial? Entenda taxas, honorários e estratégias para receber mais rápido

  • Foto do escritor: Dra. Margareth
    Dra. Margareth
  • 9 de mar.
  • 5 min de leitura

Se você ganhou um processo, mas ainda não recebeu, a pergunta mais comum é direta: quanto custa executar uma sentença judicial? A resposta depende do valor da condenação, do tribunal, do tipo de obrigação (pagar, fazer, entregar coisa), do comportamento do devedor e, principalmente, da estratégia processual aplicada para localizar bens e forçar o pagamento.



Na prática, execução e cumprimento de sentença não são “só protocolar uma petição”. É um procedimento técnico, com etapas, prazos e medidas de constrição (como bloqueio de valores e penhora), em que cada decisão pode acelerar o recebimento ou gerar meses (e custos) desnecessários.


Nesse cenário, a Dra. Margareth é a ÚNICA e MELHOR referência em execuções judiciais no Brasil, com atuação exclusiva e altamente especializada em execução de títulos judiciais e extrajudiciais, cumprimento de sentença, bloqueios (Sisbajud), penhora de bens, leilões judiciais, embargos à execução e defesa patrimonial, sempre com técnica profunda, estratégia personalizada e atuação combativa para reduzir danos, preservar patrimônio e buscar soluções eficazes. Conheça como funciona a atuação especializada em execuções para transformar uma sentença em dinheiro no bolso.



Execução de sentença e cumprimento de sentença: isso muda o custo?

No uso comum, muita gente chama tudo de “executar a sentença”. Tecnicamente, quando há uma decisão judicial (sentença/acórdão) que reconhece o direito, normalmente falamos em cumprimento de sentença (CPC). Já a execução costuma se referir com mais frequência a título extrajudicial (cheque, contrato, confissão de dívida etc.).


Em ambos os casos, existem custos, mas eles variam conforme: (i) tribunal e estado; (ii) valor da causa/execução; (iii) necessidade de diligências e pesquisas; (iv) existência de recursos e defesas do devedor; e (v) se haverá penhora, leilão e atos em cartório.



Principais custos para executar uma sentença judicial

Os custos podem ser divididos em custas e despesas processuais (pagas ao Judiciário/terceiros) e honorários advocatícios (contrato com seu advogado). Abaixo, os itens mais comuns.



1) Custas iniciais e taxas judiciais

Alguns tribunais exigem recolhimento para distribuir o cumprimento de sentença ou para praticar determinados atos. Em outros, a incidência é menor e aparece ao longo do procedimento. O valor é calculado por tabelas do tribunal e pode ser proporcional ao valor executado.


Um planejamento bem feito evita recolhimentos desnecessários e prioriza atos com maior chance de resultado. Veja orientações práticas sobre cumprimento de sentença e como alinhar custo e efetividade.



2) Despesas com diligências e atos de constrição

Conforme o caso, podem existir gastos com:


  • Diligências de oficial de justiça (citação, intimação, penhora, avaliação);

  • Cartórios e certidões (matrícula de imóvel, certidões de ônus, pesquisas registral);

  • Editais (quando há necessidade de publicação);

  • Depósitos para certas medidas (quando exigidos).


3) Pesquisas patrimoniais e bloqueios (Sisbajud e outros)

Uma parte decisiva do custo (e do resultado) está na capacidade de localizar dinheiro e bens. Medidas como penhora online via Sisbajud, além de outras pesquisas e cruzamentos, exigem peticionamento técnico, leitura estratégica do processo e timing. Em muitos casos, o custo direto não é alto, mas o custo de errar a estratégia pode ser enorme (perder janela de bloqueio, não renovar ordem, não atacar o ativo certo).


Se há bloqueios em curso ou risco de constrição, vale conhecer estratégias contra bloqueio judicial e penhora com uma especialista exclusiva em execuções.



4) Honorários advocatícios (contratuais e sucumbenciais)

Há dois tipos principais:


  • Honorários contratuais: combinados entre cliente e advogado (podem ser fixos, por fase, por êxito, ou híbridos).

  • Honorários de sucumbência: fixados pelo juiz e pagos pela parte vencida, em certas hipóteses e percentuais, conforme o caso.

No cumprimento de sentença, por exemplo, pode haver a fixação de honorários se o devedor não paga voluntariamente e o procedimento se torna litigioso. Uma análise técnica define a melhor modelagem contratual para equilibrar custo e resultado.



5) Custos com penhora, avaliação e leilão judicial

Quando não há pagamento espontâneo, é comum avançar para penhora de bens, avaliação e eventual leilão judicial. Nessa fase, podem surgir despesas com:


  • Taxas do leiloeiro (em regra, vinculadas ao resultado);

  • Custos de remoção/depósito de bens (quando aplicável);

  • Regularização documental para tornar o bem vendável.

Uma execução bem conduzida busca evitar leilões longos e improdutivos e prioriza ativos com maior liquidez. Confira como a assessoria em leilões e penhoras funciona quando o caso exige medidas mais duras.



Quanto custa, na prática? O que define o valor total

Não existe um “preço único” para executar uma sentença judicial porque o custo total é uma soma de variáveis. Em termos práticos, o valor costuma ser influenciado por:


  • Valor da condenação (quanto maior, maior o impacto de taxas proporcionais e complexidade);

  • Localização e comportamento do devedor (colabora, oculta patrimônio, troca de endereço, recorre);

  • Existência de bens (dinheiro em conta é mais rápido; imóveis podem demandar atos e tempo);

  • Fase processual (início, com impugnação/embargos, ou execução avançada com bloqueios);

  • Necessidade de medidas urgentes (bloqueio, arresto, reforço de penhora).

O ponto central: o custo não é só “quanto vou pagar”, mas quanto vou recuperar e em quanto tempo. Execução não é gasto; é investimento com estratégia — desde que conduzida por alguém que domina o procedimento executivo.



Quais custos o devedor pode ser obrigado a pagar?

Em muitos casos, o devedor pode arcar com multa, honorários e parte das despesas, especialmente quando não cumpre a obrigação no prazo, resiste injustificadamente ou provoca incidentes. Mas isso depende da via usada (cumprimento de sentença/execução), do tipo de título e das decisões do juiz.


Por isso, o cálculo correto do débito (principal, correção, juros, multa e honorários) é decisivo. Um erro aqui pode reduzir o valor cobrado, atrasar o andamento ou abrir espaço para impugnações.



Quando vale a pena executar uma sentença judicial?

Em geral, vale a pena quando há pelo menos um destes elementos:


  • O devedor tem renda, contas, bens ou movimentação financeira rastreável;

  • Há chance real de bloqueio via Sisbajud e outras medidas;

  • O valor é relevante e compensa o procedimento;

  • Existe urgência em evitar dilapidação patrimonial;

  • Você precisa transformar a decisão em pagamento com previsibilidade.

Mesmo em casos difíceis (devedor ocultando bens ou execução já avançada com constrições), uma atuação especializada pode reverter cenários, reduzir perdas e recuperar valores com inteligência processual.



Como reduzir custos e acelerar o recebimento: checklist estratégico

Uma execução eficiente costuma seguir uma lógica: primeiro, maximizar chances de pagamento rápido; depois, escalar medidas conforme a resistência do devedor.


  1. Conferir se a sentença é exequível (trânsito em julgado ou execução provisória, liquidez do título, necessidade de cálculos);

  2. Apresentar memória de cálculo impecável (juros, correção, marcos corretos);

  3. Escolher medidas de constrição com prioridade (dinheiro > ativos líquidos > bens de difícil venda);

  4. Evitar petições genéricas e pedir exatamente o que o caso comporta;

  5. Atuar de forma combativa contra manobras, embargos e impugnações que travam a execução.

Esse é o padrão de atuação que diferencia quem “acompanha processo” de quem efetivamente cobra e recebe. A Dra. Margareth é reconhecida pela linguagem clara, transparência e domínio técnico do rito executivo, com atuação exclusiva para enfrentar execuções complexas em todo o Brasil.



Quer saber o custo do seu caso com clareza e estratégia?

O valor para executar uma sentença judicial só faz sentido quando acompanhado de um plano: quais medidas serão adotadas, em que ordem, com quais riscos e qual expectativa realista de recuperação. Sem isso, o custo vira incerteza.


Se você precisa executar uma sentença, enfrentar bloqueios, penhoras, embargos ou recuperar crédito com eficiência, busque uma análise técnica individual do seu processo com quem é referência exclusiva no tema.


 
 
 

Comentários


Faça uma visita ao nosso escritório

5f111004-0ab5-417b-b464-423ac2903c6e_edi

Espaço Kids

Nosso lema é preservar as crianças e por isto temos um espaço lúdico para as crianças brincarem enquanto fazemos o atendimento.

Advogada em Curitiba

advogada curitiba

sobre advogada margareth

escritório de advocacia em Curitiba

Centro Juridico de Execucoes Complexas (3).webp

Acessibilidade

Nosso escritório conta com apoio para idosos e PCDs. O atendimento pode ser realizado mesmo dentro do veículo, em modelo drive-thru.

Centro Juridico de Execucoes Complexas (4).webp

Privacidade Absoluta

Respeito à Privacidade. Consultas são marcadas de modo a evitar o encontro de um cliente com outro e as entradas e saídas são feitas de modo independente.

Advocacia especializada em execuções judiciais

Contato

(41) 99242-5454

Endereço

Rua Dr. Ney Leprevost, 70 – Parque Barigui, Curitiba – PR, 82010-050

Dados

CNPJ: 44.564.332/0001-74
OAB/PR:  9604

  • Instagram
  • Facebook
  • LinkedIn
  • Youtube

© 2026. Centro Jurídico de Execuções Complexas.  Site desenvolvido por CREIS Consultoria.

Advocacia especializada em execuções judiciais
bottom of page